Falam da música que ouvem, da roupa que vestem, dos livros que leram, quando nem sequer sabem escutar a música que a mim tanto me diz... A roupa que vestem, despe-os e s livros que dizem ter lido (e até os podem ter aberto e folhado) são livros, naquelas mãos, por ler.
Depois, á mínima desgraça, parece que o mundo lhes cai na cabeça. Que já não são e não sabem ser nada (e alguma vez o souberam?). Desistem, dizem eles. Param ali. Não procuram, não avançam, não utilizam nem querem saber como utilizar o que de melhor temos em todo o corpo. E não, não é uma cara bonita nem um corpo escultural. Não é isso que os define. Nem a eles, nem a ninguém. O que têm de melhor é que os define a eles, sem que eles tenham consciência disso.
E depois há malucos como Fernando Pessoa, José Mário Branco, Friedrich Nietzsche, Frédéric Chopin e outros iguais a estes, (que parecendo que não já são muito),que têm a visão desta porra mais bonita que há: a verdadeira.
São 2:30 a.m. e está a chover.
Eu tenho muito orgulho em ter a discografia toda do senhor. :D
ResponderEliminarJá agora, gostei do texto Ritinha. (: