Apetece-me sair daqui. Chorar e correr. Ir para onde não haja ninguém que me pergunte se estou bem quando é TÃO óbvio que não o estou. Quero que a apatia se desintegre por completo. Quero o meu corpo de volta, a minha alma, o meu sorriso. Não quero este choro soluçante que me turva a vista e raios! Como doí!
Deixem-me. Deixem-me a mim, ás minhas melodias, a minha apatia insignificante para vós.
Não me obriguem a fingir. Por favor, deixem-me!
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